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sexta-feira, 20 de fevereiro de 2026

AH! O TEMPO

 

Como é bom encontrarmos amigos que não víamos há muito tempo! O mais interessante é que, ao acontecer tal encontro, detectamos mudanças na aparência física e, em muitos casos, até mesmo no aspecto comportamental. Saliento que as mudanças corporais não ocorrem apenas com os outros, mas também conosco. Ambiciono evitar, nesta composição, um sentido nostálgico, bem como referências pessoais ou evidenciar qualquer sinal de desânimo. Posicionar-me-ei pelo âmbito positivo de cada experiência vivida e, o mais importante: uma existência devidamente aproveitada. Para tanto, defendo que um bom relacionamento com Deus, bem como com pessoas adequadas, será um fator importante e até mesmo influenciador para que a constância de um tempo seja mais bem aproveitada.

O tempo é algo complexo de se lidar, principalmente quando não se está preparado adequadamente para tal enfrentamento. Somos humanos e passaremos por momentos em que aflorará uma preocupação com o tempo. No entanto, devemos rechaçar imediatamente tal percepção e, em vez disso, ter a sensação de "sentir-se vivo" e continuar fazendo uma brilhante história, deixando um ótimo legado.
Não observo a passagem do tempo como algo inquietante. De forma alguma! Devemos apenas ter a convicção de que o "tempo passa" e aproveitá-lo bem, com a percepção de não jogá-lo fora com bobagens e contextos que não edificam. O tempo rende muito quando é bem aproveitado.
Perguntemos sobre o bom uso do tempo:
  1. Ao cozinheiro, quando ele prepara um prato saboroso que alegrará aos apreciadores da boa culinária.
  2. Ao autor de um livro, que passa um bom tempo diário "redigindo" (realmente, para quem escreve, cinco horas por dia não é nada) e depois se alegra com sua obra publicada.
  3. Ao cirurgião, que, com sua grande competência, procede a uma cirurgia de maneira satisfatória ou, em alguns casos, até mesmo salvando a vida de alguém.
  4. Ao engenheiro civil que, através de seus cálculos corretos e sua efetiva colaboração, faz com que a sociedade tenha progressos pelas obras advindas.
  5. Ao garçom, que atende pacientemente alguém, transbordando simpatia e agradando ao seu cliente.

Bem, a lista não fica só com esses profissionais, pois é bem extensa a respeito daqueles que aproveitam o tempo adequadamente, influenciando a vida dos outros de maneira satisfatória.

Na constância do tempo, viveremos, aprenderemos, amaremos, brincaremos, namoraremos, passearemos, sorriremos, viajaremos e também atravessaremos situações indesejáveis, mas com a firme convicção de que Deus estará ao nosso lado.
O tempo trará satisfação, mas também decepção, e é aí que estará o “x” da questão, ou seja, como lidaremos com isso e com os demais sentimentos inerentes à existência. Temos que estar preparados e, principalmente, não nos inquietar com aquilo que não temos como mudar. Façamos a nossa parte e deixemos o mais difícil com Deus, pois Ele sim sabe como resolver tudo, inclusive os embaraços do tempo que possam nos incomodar.
Ah! O tempo, só ele:
  • Desmascara as aparências, revelando o caráter e mostrando o que realmente é verdadeiro. Pois não é fácil observar tais procedimentos rapidamente, e a regularidade e a consumação de um maior tempo objetivarão as revelações que invariavelmente acontecerão.

Para rematar, venho expor dois versículos impressionantes que indicam como devemos pensar sobre o tempo e demais situações da vida:

a. “Tudo tem o seu tempo determinado, e há tempo para todo o propósito debaixo do céu” (Eclesiastes 3:1)

b. "Tema a Deus e obedeça a seus mandamentos, pois esse é o dever de todos.” (Eclesiastes 12:13).

O primeiro versículo indica a relevância do tempo e como lidar adequadamente com ele. Já o segundo mostra que o sentido maior de tudo encontraremos em uma vida de obediência e temor ao SENHOR, pois Ele é a razão de todas as coisas.

sábado, 14 de fevereiro de 2026

EDIFICAÇÃO DOS MUROS ESPIRITUAIS!

A edificação de muros na construção civil refere-se ao processo de construir estruturas, geralmente em alvenaria (tijolos, blocos de concreto) ou outros materiais, que servem a diversas finalidades. Visam também à proteção, servindo para marcar um território e definir limites. Dessa maneira, o muro separa um espaço do outro, trazendo proteção aos envolvidos.

Quando adentramos na área espiritual, que é o fim precípuo desta composição, o contexto da “Edificação dos Muros” é algo ainda mais extraordinário, pois se trata de um procedimento de fortificação espiritual do homem junto a Deus. Tal contexto é inspirado no livro bíblico de Neemias, que trata da reconstrução dos muros de Jerusalém. Dessa forma, a expressão edificação de muros é utilizada como metáfora no intuito de melhorar a qualidade espiritual de alguém.
Quando decidimos nos dedicar inteiramente a Deus, automaticamente “forças espirituais malignas” baterão de frente contra tal posicionamento. Daí será necessária a edificação dos “muros” para proteger contra as influências negativas que tentam impedir o crescimento espiritual daquele que se propõe a ter uma caminhada firme nos braços do Senhor.
Depois do arrependimento dos pecados cometidos, os muros espirituais trarão uma efetiva proteção divina. Ao se ter tal edificação baseada na FÉ, além da intercessão de Jesus Cristo junto ao PAI, será viabilizada uma conexão espiritual vitoriosa.
O diabo é legalista, ou seja, ele se utiliza do pecado, da desobediência, do ódio, do rancor e de outras atitudes maléficas para ter permissão ou autoridade para influenciar a mente de alguém, bem como até mesmo atacar no âmbito espiritual, utilizando seus adeptos. Tal legalismo advirá de princípios do mundo espiritual, quando brechas estiverem abertas para a atuação das forças diabólicas. Por todos esses esclarecimentos, devemos fechar a porta na cara do maligno, sendo a edificação de um “muro protetor” algo mais do que acertado nessa área.
Aqueles que servem a Deus receberão bênçãos, e o diabo, também cognominado de “nosso adversário maior”, tentará atrasar as vitórias do cristão. Isso também ocorrerá quando o servo não edifica corretamente o muro de proteção espiritual.
Atrasar e sempre atrasar a edificação dos muros espirituais só trará prejuízos aos seguidores do SENHOR, pois eles ficarão como se estivessem “andando em círculos”, isto é, ficando inertes, não saindo do lugar e não avançando a espiritualidade adequadamente. Uma das estratégias do inimigo é atrasar o servo do Altíssimo. Daí, ele utilizará as mais variadas táticas malignas para que não se faça o caminho apropriado.
O que atrasa a edificação de muros espirituais?
Pecados, vícios secretos, desobediências a Deus, amizades destrutivas ou outras coisas não menos nocivas.
Devemos assimilar que quem mais perde com os muros protetores caídos são aqueles que não se preocupam com tal conjuntura, já que Deus sempre mostra o que está errado na espiritualidade de cada um.
Assim, a nossa parte será edificar o muro com bastante cimento (oração, leitura da palavra, jejum, cantos de louvores, ida à igreja, obediência ao Senhor), não deixando que a construção desmorone ante a falta de zelo espiritual.

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2026

SABER DIZER “NÃO”!

Uma pessoa do meu “círculo de amizades”, que por motivos óbvios não revelarei o nome, me confidenciou que estava com um sério problema, já que seu cônjuge “avalizou” para um parente a compra de um veículo a prazo. Para nenhuma surpresa minha, já que isso ocorre frequentemente, o cidadão afiançado começou a atrasar as parcelas relativas ao carro. Adivinhem, então, com quem ficou a dívida e quem está sofrendo com a referida circunstância?

O certo é que muitos não sabem “DIZER NÃO” para certas solicitações e, se ao menos lessem a Bíblia, descobririam advertências claras e diretas sobre o perigo de afiançar (ser fiador, avalista ou assumir a dívida de alguém).
O livro bíblico de Provérbios 22.26-27 (Versão NVT) adverte que: “Não se comprometa a garantir a dívida de outro, nem aceite servir de fiador. Se você não tiver como pagar a dívida, até a cama em que dorme será tomada.” Outra citação bíblica não menos importante está em Provérbios 11.15 (NVT), quando assegura: Quem aceita ser fiador terá problemas; quem evita esse compromisso está seguro.”
Reconheço que dizer “NÃO” é complicado, especialmente para aqueles que acham que só manterão convivências se não desagradar os outros. Todavia, não é assim que a banda toca,* pois quando o “SIM” trouxer transtornos, temos que, para o nosso próprio bem, dizer não, mesmo que o outro não goste.
Como no caso evidenciado na introdução, o não também é necessário nas seguintes situações, ou seja:
 
1. NAQUILO QUE VIOLE OS VALORES ÉTICOS:
Aquele pedido que vai contra os meus princípios morais ou especialmente espirituais, “estou fora” e o NÃO vai ser dito com todas as letras.

2. PARA IMPOR LIMITES:

Em relação às atitudes de outrem ao nosso respeito, geralmente recebemos aquilo que permitimos. Desta forma, o "não" deve ser evidenciado para aquilo que nos ofende. Quando não concordamos com determinados procedimentos e não demonstramos descontentamento, o outro se sentirá à vontade para continuar a invadir nossa área emocional negativamente, uma vez que não impomos limites. Diga "não" àquilo que te chateia.

3. NAQUILO QUE TRAZ DESCONFORTO:

Sou sincero e não deixarei de agir de acordo com o que penso. Sendo assim, se me pedirem para afiançar algo na área financeira, a minha resposta será um não. É necessário assimilar que, até para abonar algo de um valor considerável, temos que ter condição financeira de honrar, se o outro não cumprir. E tal contexto inapropriado não só trará um desconforto pessoal, mas também para a família, pois o prejuízo refletirá em todos.

4. NAQUELES CONVITES ARRISCADOS:

Direi não para quem me chama para certos lugares, principalmente aqueles já reconhecidos por mim como perigosos e traiçoeiros. Só frequento o que conheço e que Deus garante como “sadio”. Então, o convite pode até ser efetuado, mas a resposta será não. E nisso estão incluídos jogatinas, bebedeiras desenfreadas e lugares promíscuos ou inseguros.

5. FAZER O QUE NÃO É CERTO:

A honestidade deve acompanhar aquele que quer proceder acertadamente. Alguém pode até te pedir: "Conta só uma mentirinha para me ajudar." Informo que não existe pequena ou grande mentira. Ambas são nocivas, e o que vai diferenciar serão as consequências dos atos. Diga não ao que é errado.

6. O MEDO DE DESAGRADAR NÃO PODE SUPLANTAR O CORRETO:

Reitero que, para muitos, a necessidade de aprovação impedirá um não. Todavia, aquele que intenta agradar a Deus em primeiro lugar e, depois, a si mesmo não terá esse problema. Se pudermos dar um SIM, devemos fazê-lo com alegria, principalmente naquilo que é adequado. Contudo, não devemos ter temor de desagradar, sobretudo se o objetivo do pedido for errado ou que nos acarrete prejuízos.

Aquilo que traz incômodo ou insegurança não é correto. Desta forma, se o teu pensamento já está consolidado no que é certo, você terá condições de explicar um NÃO dado de uma forma que não fira a sensibilidade alheia. E se alguém não gostar e se afastar de ti por um não recebido, lamento informar, mas essa pessoa não merecia estar no seu círculo social.

Estou aqui expressando sobre aqueles casos em que o não é quase imprescindível, e não naquelas situações em que se deve socorrer a quem está precisando de apoio, pois está passando por sérias dificuldades. Jamais diga não para quem está passando fome, e, se puder, ajude-o com pressa.
Para rematar: NUNCA diga "não" a Deus! Como dar um "não" para aquele que nos criou e a quem devemos TUDO? Aquele que diz "sim" ao MUNDO e "não" ao SENHOR só terá a perder, pois um dia, infelizmente, receberá o "não" de Deus, e este será fatal.

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*A expressão "não é assim que a banda toca" significa que algo não está sendo feito da maneira correta, verdadeira ou esperada. É usada para indicar que as atitudes ou decisões de alguém não correspondem à realidade, às normas estabelecidas ou à forma como um processo funciona.

sexta-feira, 30 de janeiro de 2026

QUEM VOCÊ SEGUE?

Tenho a precaução de averiguar sobre quem seguirei nas redes sociais, excetuando, logicamente, aqueles que já conheço de alguma forma. Mas, mesmo assim, ainda podemos nos enganar!
Ultimamente, estava seguindo um nutricionista no Instagram que até me parecia competente, muito embora notasse que dava muita ênfase ao seu magnetismo pessoal.* Em uma de suas publicações, algo que ele abordou sobre alimentação me afastou imediatamente de seus conceitos, e deixei de segui-lo. Simplesmente, ele defendeu na postagem em questão que o feijão não era um alimento necessário. Por ter sido ensinado desde criança por meus pais sobre a necessidade de se comer feijão, discordei de imediato do seu posicionamento. Lembro que meu saudoso pai, quando observava meu prato na hora do almoço, espontaneamente afirmava: “Coloque feijão”.
O feijão é rico em proteínas, fibras, vitaminas do complexo B e minerais (ferro, potássio, magnésio, fósforo), fornecendo carboidratos para a saúde digestiva, controle do peso e prevenção de anemia e doenças cardiovasculares, com variações nutricionais entre os tipos (preto, carioca, branco, fradinho).
Observaram bem as “propriedades” deste tipo de alimento? Comam feijão!
Demonstrei aqui essa experiência pessoal para identificar que nem tudo o que seguimos é realmente adequado. Os ditos “influenciadores digitais” ou “influencers”, como alguns se intitulam, têm se alastrado nas redes sociais, e alguns chegam a ter “milhões de seguidores”, ficando ricos do “dia para a noite”, ao criarem conteúdos ou gerarem tendências. Ocorre que vários desses influenciadores não passam no controle de qualidade, seja no aspecto ético, emocional, psicológico ou espiritual, e podem levar outros a um precipício existencial. 
É evidente que não existe só negatividade nesse meio, pois sigo alguns que passaram no teste da qualidade, pelo menos no meu critério.
Você segue alguém?
A resposta é particular e mostrará como você observa a vida.
Entendo que, para uma pessoa nos influenciar, devem haver alguns aspectos a serem considerados. Senão, vejamos:
 
1. O QUE ELES DEFENDEM E QUAIS SÃO OS SEUS PRINCÍPIOS DE VIDA?  
Como vou seguir alguém que comprovadamente não possui princípios morais e que defende comportamentos nocivos, tais como apologia à bebida e drogas, promiscuidade sexual, linguagens vulgares e outras convicções não menos danosas?
 
2. ELES TE INFLUENCIAM POSITIVAMENTE?  
O negativismo já está quase que incorporado em certos ambientes. Mas cabe a cada um de nós fugir daquilo que é negativo e que não leva a um bom fim. Alguém pode até ser pessimista, mas longe de mim. Procuro seguir aquele que vive com equilíbrio, positividade e defende pontos de vista elogiáveis.
 
3. ELES POSSUEM CONHECIMENTO SOBRE AQUILO QUE AFIRMAM ENTENDER? 
Como na narrativa introdutória, onde evidenciei que um nutricionista afirmou que o feijão não devia consumido, devemos observar se o influenciador possui um conhecimento apurado sobre o assunto que afirma dominar. Lógico que não devemos nos empanturrar** de feijão, pois tudo demais não é apropriado. Mas afirmar que feijão não é adequado na alimentação é o cúmulo da insensatez. Para aqueles que admitem gostar e seguir algum profissional ou “conhecedor” em algum assunto, procure certificar-se de que ele está correto em suas ponderações. “Confie, mas verifique” é um provérbio russo que aconselha a equilibrar a confiança com a prudência, até aceitando as informações, mas checando a sua veracidade.

Após o até agora exposto, atesto firmemente que não existe um SER melhor para seguirmos: JESUS CRISTO. Devemos acompanhá-lo, pois Ele nos oferece:

  • Amor.
  • Salvação e a eternidade.
  • Renovação de vida.
  • Paz.
  • Ensinamentos corretos.
  • Maior exemplo.
Jesus deve ser seguido, pois, além dos itens acima descritos, Ele só quer o nosso bem. Cristo é o único acesso a Deus, já que Ele mesmo garantiu: “Eu sou o caminho, a verdade e a vida. Ninguém vem ao Pai, a não ser por mim” (João 14:6).
Dessa forma, devemos seguir, preferencialmente a JESUS! Depois vêm os outros, e olhe lá!

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*Magnetismo pessoal é a qualidade de atrair e influenciar outras pessoas através de um conjunto de características como carisma, confiança, autenticidade, empatia e energia interior positiva, que resulta em uma presença marcante e inspiradora, fazendo com que os outros se sintam conectados e engajados.

**Encher, fartar.